Em 10 de maio, o programa Brasil Urgente Bahia exibiu, e a
Band reprisou nacionalmente, a matéria Chororô na delegacia: acusado de
estupro alega inocência, da repórter Mirella Cunha. Porém, só a partir
de 21 de maio, quando o vídeo caiu nas redes sociais, o episódio ganhou
repercussão nacional.
Um grupo de jornalistas enviou carta aberta ao governador, ao
Ministério Público e à Defensoria Pública do Estado condenando os abusos
de programas policialescos na Bahia. O Ministério Público Federal
decidiu investigar o caso.
A doutora Kenarik Boujikian Felippe, que é co-fundadora e
ex-presidente da Associação Juízes para a Democracia (AJD),
desembargadora no Tribunal de Justiça de São Paulo e ex-membro do
Conselho de Ética do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado
de São Paulo, lamentou o episódio. “É pior do que havia lido”, reagiu,
no ato.